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Bento Kangamba já enviou o comprovativo do pagamento do dinheiro á Rivaldo no e-mail da FIFA

Wilton António

De acordo com a cópia do comprovativo enviado à FIFA, o Kabuscorp efectuou, no dia 5, o depósito do valor em falta na conta de Rivaldo nº ES 7321002397820200004631, domiciliada na Caixes BB, CaixaBank, situado em Barcelona (Espanha), Avenida Aristides Maillol, S-N 08028.
Feito o último pagamento, a direcção presidida por Bento Kangamba aguarda que a FIFA confirme a recepção da prestação de pagamento da dívida, para com o ex-craque Rivaldo, depois de ter representado as cores do Kabuscorp (2012).
Para liquidar a dívida, os valores foram pagos por tranches, 300 mil dólares na primeira, na segunda 70 mil dólares e 89.700 euros na terceira, depois de o Kabuscorp do Palanca ter renegociado com a FIFA a anterior dívida de 750 mil dólares, que foi reduzida para 500 mil.

Emissário no Brasil

José Domingos “Dimas”, vice-presidente do Kabuscorp do Palanca, deslocou-se ao Brasil para com Rivaldo fazerem uma exposição, ao organismo máximo do futebol mundial, a confirmar o cumprimento de todas as etapas para a liquidação da dívida.
Contactado pelo Jornal de Angola, Gabriel Veloso, director de Comunicação e Imagem do Kabuscorp do Palanca, garantiu que o clube já liquidou os atrasados com Rivaldo.
“A direcção do clube pagou a Rivaldo os 89.700 euros que restavam da dívida. Logo a seguir ao pagamento remeteu um e-mail à FIFA a confirmar a última prestação.
Vamos aguardar pela validação do órgão reitor do futebol mundial”, referiu.
Mesmo com o pagamento, a FIFA orientou a Federação Angolana de Futebol (FAF) a despromover o Kabuscorp do Palanca, após a disputa das jornadas restantes do Girabola 2018/19, frente ao FC Bravos do Maquis e 1º de Agosto.
Confrontado com a medida da FIFA, Bento Kangamba referiu: “ não entendo esta posição da FIFA. A dívida com Rivaldo foi liquidada, e não há razão para descermos de divisão”, lamentou o dirigente desportivo.
O presidente de direcção da agremiação do Palanca sublinhou, ainda, que os clubes do Girabola gastam “rios de dinheiro” e, no final de contas, não recebem nada. “ A FAF dá apenas um troféu e uma quantia irrisória. Numa viagem de avião para o Moxico, o Kabuscorp gasta três milhões de kwanzas. Se contabilizarmos as outras saídas, os custos serão elevados”.

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